Eu era forte, até que a lágrima escorreu.

Posted 28 May 2012, 2 days ago | 244 notes | reblog this post
(originally thainaramello / via myway-myworld)
_Olhe pra mim. Quero te dizer uma coisa.
_ Não consigo olhar em você sem me magoar, então, prefiro me preservar de tristezas.
_ Olhe, por favor. Quero prometer-te uma coisa.
_ Você prometerá de novo? Será mais uma de suas promessas que nunca cumprirá a qual ficará parada e teias de aranha tomará conta dela? Não prometa nada pra mim, não mais.
_ Eu queria te dizer uma coisa que deveria ter dito há muito tempo atrás, quando éramos felizes e estávamos juntos.
_Concordo e prossiga – disse a menina sem olhar para o garoto que derrubara uma pequena lágrima.
_ Então, desde quando éramos pequenos, sempre te admirava, estávamos na sétima série na época, se não me engano. Sempre dizia para os meus amigos que você seria a mulher da minha vida, como no Titanic, que você seria a mãe dos meus filhos. Eu, se quer, sabia o que era amor, mas quando te mirava, sentia-o em mim, tocando meu coração – o amor que hoje não existe mais, ou está bem escondido no meio dessa escuridão. Você não dava a mínima para mim e sempre dizia antes de dormir, para ser mais claro, umas cinqüenta vezes seguidas: vou fazê-la feliz, vou fazê-la feliz e assim por diante. Há alguns dias atrás estava tudo como o previsto, como o meu plano de criança.
Assim a menina o interrompeu: - Você me amava quando éramos crianças?
Ele enxugando as fracas lágrimas no rosto fez um gesto afirmativo com a cabeça e prosseguiu.
_ Te peço desculpas por fracassar e por fazê-la sofrer, chorar e não saber realmente o que é amar. Desculpa mesmo, meu amor, o erro sou eu, você é perfeita, para mim até demais, por isso acho que fracassei.
_ Não diz isso.
_ Apenas me ouça.
_ Mas..
_ Eu sei que agora deverei caminhar sem você, a só, pelo resto de nossas vidas, mas não conclui meu raciocínio. Então, na sétima série, quase terminando o ano letivo, escrevi uma carta de amor para você, demorei ao menos três dias e meio para conclui - lá. Faltavam apenas cinco dias para o seu aniversário e então resolvi comprar um presente simples, pois tinha vergonha de pedir dinheiro para meus pais. Enfim, comprei aquela bonequinha velha, de porcelana, lembra?
_ Lembro sim – disse a menina com os olhos cheio de lágrimas, segurando-as para não escorrer.
_ A carta estava naquelas flores que viera junto com a boneca, na verdade, rosas. Eu sabia que você amava rosas, mas ao mesmo tempo odiava. Na noite do seu aniversário, fui o primeiro a ir a sua casa, com toda a vergonha do mundo, entregar-te a boneca. E o que você fez com a coitada? Lembra-se?
_ Joguei fora – as lágrimas escorreram com toda a força no rosto da menina a qual se lembrava muito bem do fato ocorrido.
_ Pois bem, você não leu a carta que levou muito trabalho e amor. Eu fiquei muito chateado e foi naquela noite que não me imaginava feliz. Eu não sabia o real motivo para jogá-la fora. Eu fiz milhares de hipóteses: Poderiam ser as rosas, ou a boneca feia de porcelana, ou até mesmo eu. Você me odiava? – disse o menino que soluçava entristecido.
_ Não, meu bem, muito pelo contrário. Eu te…
Interrompendo a garota, ele colocou a mão em seu bolso e retirou de lá uma carta que aparentava ser velha, bem velha, e a entregou. Ela começou a sorrir e ao mesmo tempo chorar. Dessa vez a carta não era imensa com vários poemas recitado e sim, gigante, com apenas três enormes palavras escritas pela folha inteira: Eu te amo.
Surpresa, ela colocou a carta em sua bolsa. – Eu irei guardá-la muito bem, meu amor.
Ambos sorridentes, eles se beijaram por alguns segundos e em seguida a menina concluiu: - Eu sempre te observei, porém sempre te amei. Sempre tive medo de te perder e agora sei que nunca te perderei do meu coração, meu amor. Pois é, eu te amo, mesmo. E só para lembrar… Você era lindo quando éramos crianças.
_ Eu te amo.
_ Eu também te amo.
_ Para sempre?
_ Não.
_ Por quê?
_ Por toda nossa vida.
_ Promete? – interrogou a garota que secava as lágrimas de felicidade.
Sorridente o garoto respondeu:
_ Ué, você disse que eu não poderia prometer mais nada a você.
_ Idiota.
_ Eu não prometo, mas cumprirei com o maior prazer.
Lucas Guerrero, em Cartas de Amor.  (via c-allgirl)
Posted 28 May 2012, 2 days ago | 631 notes | reblog this post
(originally desanimador / via ice-b3rg)
Posted 28 May 2012, 2 days ago | 2,597 notes | reblog this post
(originally quase-anja / via idiotic--world)
Posted 24 May 2012, 6 days ago | 17,722 notes | reblog this post
(originally incompletavel / via hunger-art)
Posted 23 May 2012, 1 week ago | 3,400 notes | reblog this post
(originally joaocarlosstm / via gabrielcezar)

E quantas vezes você disse “eu tô bem” quase chorando?

O momento constrangedor que você acidentalmente cruza olhares com uma pessoa umas 578678756 vezes.

Posted 22 May 2012, 1 week ago | 56,925 notes | reblog this post
(originally garotafofoca / via quase-facil)
Posted 22 May 2012, 1 week ago | 3,208 notes | reblog this post
(originally wisps / via tintarolar)

E tudo parou quando tu disse “Ei, eu estou aqui, eu estou aqui.”. Porque tu tava. Tu tava mesmo. E eu podia te sentir.

Posted 21 May 2012, 1 week ago | 982 notes | reblog this post
(originally quase-perfeita / via ice-b3rg)

As pessoas fingem demais.

Posted 21 May 2012, 1 week ago | 3,028 notes | reblog this post
(originally des-c0nectada / via partes-de-uma-vida)
Dói né? Você quer gritar e não pode. Você quer chorar, mas segura. Você quer morrer, mas não se mata. Você quer sumir, mas não some. Aí você pega, vai pro banheiro, e chora lá, escondida. E não tem ninguém pra te dar apoio. É bem isso aí. Quero me desligar do mundo. Quero esquecer que existe falsidade, problemas, falta de amor e caráter. Quero fugir do medo, das lembranças, do que não me faça bem. Quero apenas me desligar e não pensar em mais nada.

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; alguns detalhes originais dameiopasso, heyilove e elasocurtejackdaniels; não copie, pf ):
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